Agência FAPESP – Um mapa-múndi que detalha as alturas das florestas foi produzido por um grupo de cientistas a partir de imagens obtidas por satélites da Nasa, a agência espacial norte-americana.
Segundo a Nasa, embora existam outros mapas locais ou regionais da altura das copas de florestas, esse é o primeiro a cobrir todo o globo a partir de um método único e uniforme.
Os dados foram coletados pelos satélites ICESat, Terra e Aqua e o resultado poderá ajudar a produzir inventários de quanto carbono é armazenado pelas florestas mundiais e com que rapidez ocorre a circulação de carbono por ecossistemas e de volta para a atmosfera.
O trabalho, de Michael Lefsky, da Universidade do Estado do Colorado, Estados Unidos, e colegas, será descrito em agosto em artigo a ser publicado pelo periódico Geophysical Research Letters.
O mapa mostra que as florestas mais altas do mundo são encontradas principalmente no noroeste da América do Norte e em partes do Sudeste Asiático, enquanto fl
Agência FAPESP – Um levantamento sobre a fauna de moluscos no Estado de São Paulo foi feito por pesquisadores da Divisão de Programas Especiais da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), órgão vinculado à Secretaria Estadual da Saúde.
O objetivo do estudo foi inventariar a fauna malacológica de gastrópodes (como caramujos, lesmas, caracóis) de água doce e terrestres de importância para a saúde pública, além de descrever possíveis formas larvais de helmintos (parasitas) associadas a ela – malacologia é o ramo da biologia que estuda moluscos.
Os resultados da pesquisa deram origem ao Manual de gastrópodes límnicos e terrestres do Estado de São Paulo associados às helmintoses. O inventário fornece dados sobre a morfologia, distribuição, biologia e ecologia das espécies de moluscos, bem como identifica áreas potenciais de ocorrências de zoonoses.
“O manual contém informações de interesse da saúde pública e serve como instrumento de consulta para profissionais da área da
Agência FAPESP – Técnicas para controlar a respiração, como em ioga ou meditação, por exemplo, estão se tornando populares como alternativa para tentar relaxar e diminuir o estresse. Mas como é mesmo que o cérebro controla a respiração?
Segundo um grupo de cientistas do Reino Unido e dos Estados Unidos, são as células conhecidas como astrócitos que têm um papel central na regulação da respiração.
Astrócitos são células com formato de estrela (daí o nome) encontradas no cérebro e na medula espinhal. Até então, achava-se que fossem personagens passivos e secundários na fisiologia cerebral, mas Alexander Gourine, da University College London, e colegas encontraram evidências de que essas células multitarefas são protagonistas no controle químico-sensorial envolvido na respiração.
Os autores do estudo, publicado nesta sexta-feira (16/7) na edição on-line da revista Science, descobriram que os astrócitos cerebrais são capazes de perceber alterações nos níveis de dióxido de carbono